sábado, 4 de junho de 2016

A DESISTÊNCIA DO PRÉ CANDIDATO PERIN









(creditos da foto Radio Fátima)
Esperei baixar a poeira, e só após 24 horas vou comentar o fato, a saída de Jaime Perin, deixa o PP(partido progressista), no mato sem cachorro, usando uma expressão bem gaúcha, com o Areio na massega. Na verdade, a saída do pré-candidato pegou todo mundo de surpresa, afinal de contas, lançado como candidato já a quase dois meses, Perin já estava em campanha, participando de festas, eventos e reuniões; segundo fiquei sabendo por meio de uma postagem nas redes sociais, feita pelo vice presidente do partido Luciano Ramos, o motivo alegado pelo ex-pre candidato foi de cunha particular, e que ele não estaria conseguindo dar conta da agenda e dos compromissos. Na verdade, quem conhece o Jaime Perin, sabe que ele por ser um ser humano de conduta inatacável, dono de uma educação impar, jamais iria declinar os verdadeiros motivos, e optou por uma decisão salomonica, sem polemizar e/ou melindrar pessoas.

Mas vou analisar apenas o fato, sem vincular a pessoa do ex-candidato; na verdade, Perin ocupava a quarta colocação entre os quatro postulantes ao cargo de prefeito, os números das pesquisas não favoreciam o candidato do PP, a estrutura partidária oferecida a ele, não animava, as perspectivas de coligação eram as piores possíveis, a condução inicial de sua pre campanha era um verdadeiros caos.

Tive um encontro com ex candidato na terceira feira para um café da manha, na companhia do tesoureiro do partido e do Sergio de Rossi; numa conversa franca e descontraída, trocamos idéias da real situação política, das possibilidades de coligação, da inexistência de coligação até o presente momento; dei um visão geral de como funciona um estrutura de campanha; inclusive a estrutura financeira. Mostrei a ele os números das pesquisas atuais, já que seu partido até o momento ainda não fez uma pesquisa para avaliar o atual cenário, trabalham em cima de hipóteses.

Naquele momento percebi no pré-candidato um homem entusiasmado, e com muita disposição para fazer algo pelo nosso município, com relação a problemas particulares, os mesmo devem ter ocorridos após nosso encontro, pois ficamos de marcar novas conversas.


Na verdade, Perin percebeu que estava embarcando numa canoa furada, pois estavam vendo para ele terrenos no céu, o cenário pintado pelos que cercavam Perin, era mera ilusão, despido da realidade das ruas, da politica, e dos partidos; mesmo sendo disparado o melhor nome para governar Vacaria, e para vencer as eleições, sua perspicácia falou mais alto e ela pulou da barca; ele é maior que o partido não precisava passar por esse tipo de situação.

Com a saída de Jaime Perin, o partido progressista(PP), volta a estaca zero, sem um nome sequer para pleitear a vice, com um nominata fraquíssima de candidatos ao legislativo,(sem desmerecer os seus candidatos a vereador), mas tenho que ser imparcial na análise; as coligações não vão esperar o PP e ao que tudo indica, vai ter de buscar espaço como coadjuvante na falta de ator principal; essa é a situação do partido que já teve oito vereadores quando a câmara era composta por dezenove membros, teve deputados estaduais e federais e teve o comando do município. A única saída para o partido seria uma candidatura do ex-prefeito, mas creio que esse possibilidade é zero.


Esse episódio vai favorecer as candidaturas dos outros três partidos, entendo que o PMDB vai sair ganhando, pois hoje sua candidata ocupa a segunda posição nas pesquisas e certamente como tem pessoas habilidosas, com bastante trânsito junto aos outros partidos, não vai deixar escapar o momento e deve fechar coligação com DEM e outros partidos, sem soberba e sem a arrogância de quem desconhece o assunto e apenas ser arvora de ser um grande gestor.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

 A ELEIÇÃO ESTA ABERTA


O quadro eleitoral na disputa pela prefeitura, esta aberto e indefinido; os números e as colocações refletem apenas o momento, por isso, podem mudar a qualquer momento.  Essa mudança foi constatada nas pesquisas do PMDB e do PT, realizadas no final do mês; as duas amostragens registraram mudança nas primeiras posições, houve alteração entre o segundo e o terceiro colocado; essa alternância de posição deixa claro que o eleitor não tem convicção ainda em quem votar. Dito isso, é possível afirmar, que aquele candidato que conseguir agrupar em torno de suas candidatura um grupo de partido, certamente terá maior possibilidade de sair vencedor. Considerando que após as novas pesquisas, teremos quatro candidaturas, PP- PMDB-PSDB-PDT/PT, a eleição vai ser decidida nas coligações. Excluídos os partidos com candidatos, as opções de coligações são as seguintes: DEM-PSB-PSD-PPS-PTB e solidariedade; vou analisar as opções.

DEM

A tendencia do partido é não coligar com representantes do atual governo, a sigla é disputada pelo PP e pelo PMDB, cabe lembrar que o DEM conta com uma boa nominata para vereador, que pode ser um fator decisivo.

PSB

Segundo fontes o partido também tem nominata completa para vereador, e conta com o ex secretário para compor uma chapa majoritária, alias, seu nome aparece sempre na quinta colocação nas pesquisas.

PSD e SOLIDARIEDADE

Esses dois partidos formaram um bloco de pequenos partidos, que visa negociar em conjunto, segundo seus líderes junto com eles vem PHS e também tem uma nominata formada para vereador.

PPS

O partido que fez parte da base do governo por oito anos, esta acertado com o PSDB

PTB

O partido mais fiel ao prefeito de Vacaria, esta completamente dividido, o seu vereador negocia isoladamente uma vaga na majoritária, busca uma participação a todo custo, mas segundo os ocupantes de cargos no governo, a intenção do vereador e maior líder do partido não vai prosperar; caso ele consiga aprovar qualquer coligação que não seja com o atual prefeito, todos os CC vai continuar no governo, pois já definiram o apoio ao candidato do PT vereador Dengo.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Tive acesso aos dados de duas pesquisas, não vou revelar os percentuais pois não fui autorizado; e me reservo no direito de não revelar a fonte. Quero ressaltar que essas pesquisas foram feitas por um partido do governo e um de oposição, ambas feitas por institutos sérios, por isso, confiáveis; houve alteração do segundo colocado, ficando as outras posições inalteradas, com esses candidatos praticamente parados com os mesmos índices. Após essas pesquisas, as possíveis coligações e/ou futuras coligações deverão mudar os atores, quem queria ser cabeça, vai ter que se contentar com uma vice.
A eleição municipal é tema que do momento, as especulações sobre coligações, sobre candidatos, sobre possíveis vice, agita o meio politico. Na verdade, tem candidato que sobe na cotação e outros descem parecendo o mercado financeiro. Por outro lado, um assunto de grande importância para o município, diz respeito a PRF(policia rodoviária federal), comentarei a seguir sobre os dois temas.






POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL


O fechamento da delegacia do PRF em Vacaria, é o assunto do momento, recebi inúmeros pedidos, para comentar sobre esse fato; por isso, falei com o comando local para me inteirar melhor sobre o caso.

Na verdade, a delegacia local não vai fechar apenas o comando é que fica subordina a delegacia de Caxias do Sul; na nova restruturação, o posto local que atendia 418 Km e três Brs, vai passar a atender 270 Km e duas Brs, Com essa restruturação, Vacaria vai continuar com um posto policial 24 horas, mas com 50% do efetivo, ficando com 16 servidores. Na verdade, segundo o comando, nosso município continuara praticamente com os mesmos serviços, apenas a parte administrativa, e/ou burocrática que será transferida; não vejo motivos para tanto alarme.







COLIGAÇÕES E CANDIDATURAS


Faltando quatro meses e um dia para a eleição municipal, o quadro continua indefinido e inalterado; as pesquisas internas apontam a mesma tendência. Por isso, volto a frisar, mais que três candidatos aumentam as chances do candidato do prefeito. Atualmente temos três candidatos definidos, e a possibilidade de uma quarta candidatura, ou seja, a do PMDB. Tive acesso a mais duas pesquisas, os números continuam os mesmos, ao que tudo indica o eleitorado já tem meio definido em quem votar só um fato novo pode alterar para cima ou para baixo. Considerando que os três candidatos já definidos ainda não tem seu vice, uma boa escolha pode ser fundamental, e nesse caso um vice de outro partido pode ser decisivo.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

COLIGAÇÕES
Pode até parecer assunto requentado, mas volto ao tema, pois é o assunto do momento, e vem tirando o sono de alguns candidatos.

Na corrida pelo palácio municipal, temos vários postulantes ao cargo, uns apenas boi de piranha, que buscam apenas valorizar seu passe para conseguir secretarias e cargos. Na busca de apoio, candidatos e presidentes correm atrás de coligações, mas nada será decido antes da pesquisa encomendada pelo PMDB, os próximos números vão definir os rumos das coligações. Após a referida pesquisa, o PMDB decido seu futuro numa pré-convenção, alias essa deveria ser a postura de todos os partidos, afinal de contas, presidente é dono apenas de seu voto, não do partido, e a executiva se resume a um seleto grupo, que geralmente não tem voto.


Não sou vidente, mas o futuro do PMDB tem apenas dois caminhos:

1- Concorre com candidatura própria, lançando como candidata a vereadora Elisabete Vargas, que ocupa atualmente a terceira colocação nas pesquisas.


2- Coliga com o PSDB e indica o vereador Leandro com vice da chapa que ai nesse caso contaria com mais DEM e PPS.


Queiram ou não esse é o cenário das coligações, quero ressaltar ainda, que qualquer pesquisa séria indicara o seguinte quadro. e/ou colocações
1-Dagmar Dengo
2-Amadeu Beoira
3-Elisabete Vargas
4-Jaime Perin
5- Dallasanta

sendo que a diferença do primeiro e segundo para o quarto candidato é mais que o dobro da intenção de voto, essa é a realidade local no momento, mas não significa que essa ordem garanta a vitória na eleição, outros fatores poderão altera esse quadro, tais como o vice, e a composição das coligações.


Para coligar, é preciso negociar, ninguém vai negociar com quem quer impor, como um candidato e seu presidente podem imaginar que apresentando uma chapa própria com nomes sem expressão conseguirão adesões? Na politica tudo gira na base do interesse, sem jogo de cintura, sem manha ninguém consegue nada.

Volto a afirmar, quanto mais candidatos, maior a chance do cavalo do comissário, numa eleição curta, sem recursos, a máquina e o exército de CCS pode ser a diferença; quem viver vera; além dos cargos de confiança uma boa nominata ao legislativo  sempre ajuda, e nesse caso quanto mais partidos coligados mais candidatos nas ruas buscando votos.

Atualmente temos três candidatos definidos, PSDB, PP e PDT/PT, a possibilidade da terceira candidatura passa pelo PMDB, mas acho muito remotas as chances, e nesse caso os outros dois pré-candidatos, ou seja, os vereadores do PTB e PSB, não tem estofo para um a candidatura própria

segunda-feira, 23 de maio de 2016

SAÚDE

A ultima semana foi movimentada na área da saúde, primeiro foi a CPI que em mais uma reunião ouviu mais dois médicos. Prestou depoimento, o médico responsável pelo atendimento do plantão de urgência e emergência e médico que representa sua classe junto à direção do hospital. Na verdade, os dois depoentes, ficaram na defensiva, um dos depoentes fez críticas aos próprios colegas, uma verdadeira guerra de bugios.

O segundo evento relacionado à saúde, foi à audiência pública realizada na câmara de vereadores, sob o comando do presidente da comissão de saúde, vereador Marcos Lima (PTB); presente no encontro, representantes do hospital, do executivo, de dois deputados, médicos, empresários entre outros. Na verdade, essa audiência foi mais um desses encontros que não resolvem nada, tipo não quer resolver cria uma comissão e marca uma reunião, muito conversa fiado e nada de pratico. Salvou a noite a proposta do Dr. Marco Antônio Mahfus, que sugeriu a criação de um conselho de gestão participativa no SUS.


CANDIDATOS E PRÉ-CANDIDATOS

Nossa cidade, ao que tudo indica, terá um número recorde de candidatos ao executivo. Acredito que, o surgimento de vários candidatos é devido à falta de um nome de peso, que iniba o surgimento de candidatos em qualquer esquina; além disso, parece que os comandantes partidários, pensam que basta dizer o meu candidato é o melhor, o meu candidato nunca foi politico e pronto é o novo prefeito. Ser honesto, não é qualidade, é obrigação de todos, ser politico, não significa ser desonesto, ou carecer de qualidades para ser prefeito; quem disse que todo aquele que já ocupou um cargo eletivo deve ser excluído do processo.

A eleição esta aberta volto a dizer, quanto mais candidatos mais se beneficia o candidato do governo, que hoje é o favorito; queiram ou não os outros candidatos.

O PMDB vive um dilema, ter ou não ter candidato (a), eis a questão. Mas uma coisa é certa, com o sem, o partido vai dividido, quem coligar leva 60% do time, quem sair candidato leva 40%.

O DEM lançou o seu pré-candidato, afinal agora é moda, mas na verdade, mira uma boa coligação.

O partido progressista (PP) joga muito mal o jogo das coligações, ao que tudo indica, vai ficar sozinho, quer dar as cartas e jogar de mão, mas volto a frisar não tem esse cacife; mas vive um clima da já ganhou, e ninguém ganha antes de jogar.

Por outro lado, o PSDB ao que tudo indica, vai formar a maior coligação, o seu candidato é experiente, e sabe amarrar os acordos, se preparou para esse momento, não vai deixar escapar a oportunidade, por isso, cuida pessoalmente dos contatos.

O partido trabalhista brasileiro (PTB), também tem seu pré-candidato, e com muita vontade de concorrer, mas não encontra respaldo junto aos seus companheiros, e ao que tudo indica o partido vai com o candidato do governo.

Via popular

O governo vai com o mais forte dos candidatos, o vereador do PDT, que tenta a façanha de se manter no poder por três mandatos. Apesar de muito reduzida, a v ia popular conta com a máquina na mão, e todos nós sabemos que sempre tem um peso significativo na hora do voto.

quinta-feira, 19 de maio de 2016




As articulações de bastidores, não são de conhecimento público, ficam restritas a um seleto grupo, mesmo assim; tem alguns desavisados que pensam que podem influenciar nas decisões. A politica é dinâmica, isso é um fato inquestionável, mas a falsidade e o interesse caminham lado a lado.

As coligações estão encaminhadas, seja oficial, a famosa coligação branca; ou seja, aquela tramada do lado de fora, das executivas e/ou diretórios. Vou citar dois exemplos para melhor elucidar meu raciocínio.

PTB


O partido trabalhista brasileiro tem um pré-candidato, o vereador Marcos Lima, acontece que, segundo um membro do diretório, que também é da executiva, o partido rechaça essa possibilidade, e caso o vereador mantenha sua candidatura, não vai levar o apoio de seus companheiros, a tenência lógica é de apoiar o candidato do governo; afinal o partido conta com secretarias e vários cargos CC, e com a crise todos querem garantir mais uns meses de emprego.


PMDB


O caso do PMDB é o seguinte: Parte do partido entende que existe ninguém em condições de enfrentar a eleição com chapa própria, por isso, já estão acertados com o candidato do PSDB. A outra parte quer candidatura própria, essa é a ala da vereadora Elisabete, que é pré-candidata e deseja concorrer, e não pretende abrir mão da sua candidatura, tudo vai ser decidido no voto na convenção. Acontece que, independente do resultado da convenção, os rumos já estão traçados e divididos em duas alas; com o sem candidato. Com a chegada do PMDB no poder, e com Eliseu Padilha na casa civil, existe a possibilidade de uma reavaliação do atual cenário, afinal de contas na politica tudo é possível.

PP

A tendência do partido é chapa puro sangue, mas o vice não será ninguém do chamado núcleo jovem do partido, pois no caso de chapa pura o vice precisa ser popular, gozar de prestigio. O evento foi transferido de local, será realizado na associação rural.


SAÚDE



Acontece hoje na câmara de vereadores, uma audiência pública para tratar da UTI, diversa seguimentos da sociedade, e poder público estarão presentes na busca de solução para evitar o fechamento. Conversei com Dr. Marco Antônio Mahfus, que me disse que estará presente, e vai propor a criação de um conselho de gestão participativa do SUS para cuidar dos recursos destinados ao setor.