terça-feira, 31 de maio de 2016

Tive acesso aos dados de duas pesquisas, não vou revelar os percentuais pois não fui autorizado; e me reservo no direito de não revelar a fonte. Quero ressaltar que essas pesquisas foram feitas por um partido do governo e um de oposição, ambas feitas por institutos sérios, por isso, confiáveis; houve alteração do segundo colocado, ficando as outras posições inalteradas, com esses candidatos praticamente parados com os mesmos índices. Após essas pesquisas, as possíveis coligações e/ou futuras coligações deverão mudar os atores, quem queria ser cabeça, vai ter que se contentar com uma vice.
A eleição municipal é tema que do momento, as especulações sobre coligações, sobre candidatos, sobre possíveis vice, agita o meio politico. Na verdade, tem candidato que sobe na cotação e outros descem parecendo o mercado financeiro. Por outro lado, um assunto de grande importância para o município, diz respeito a PRF(policia rodoviária federal), comentarei a seguir sobre os dois temas.






POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL


O fechamento da delegacia do PRF em Vacaria, é o assunto do momento, recebi inúmeros pedidos, para comentar sobre esse fato; por isso, falei com o comando local para me inteirar melhor sobre o caso.

Na verdade, a delegacia local não vai fechar apenas o comando é que fica subordina a delegacia de Caxias do Sul; na nova restruturação, o posto local que atendia 418 Km e três Brs, vai passar a atender 270 Km e duas Brs, Com essa restruturação, Vacaria vai continuar com um posto policial 24 horas, mas com 50% do efetivo, ficando com 16 servidores. Na verdade, segundo o comando, nosso município continuara praticamente com os mesmos serviços, apenas a parte administrativa, e/ou burocrática que será transferida; não vejo motivos para tanto alarme.







COLIGAÇÕES E CANDIDATURAS


Faltando quatro meses e um dia para a eleição municipal, o quadro continua indefinido e inalterado; as pesquisas internas apontam a mesma tendência. Por isso, volto a frisar, mais que três candidatos aumentam as chances do candidato do prefeito. Atualmente temos três candidatos definidos, e a possibilidade de uma quarta candidatura, ou seja, a do PMDB. Tive acesso a mais duas pesquisas, os números continuam os mesmos, ao que tudo indica o eleitorado já tem meio definido em quem votar só um fato novo pode alterar para cima ou para baixo. Considerando que os três candidatos já definidos ainda não tem seu vice, uma boa escolha pode ser fundamental, e nesse caso um vice de outro partido pode ser decisivo.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

COLIGAÇÕES
Pode até parecer assunto requentado, mas volto ao tema, pois é o assunto do momento, e vem tirando o sono de alguns candidatos.

Na corrida pelo palácio municipal, temos vários postulantes ao cargo, uns apenas boi de piranha, que buscam apenas valorizar seu passe para conseguir secretarias e cargos. Na busca de apoio, candidatos e presidentes correm atrás de coligações, mas nada será decido antes da pesquisa encomendada pelo PMDB, os próximos números vão definir os rumos das coligações. Após a referida pesquisa, o PMDB decido seu futuro numa pré-convenção, alias essa deveria ser a postura de todos os partidos, afinal de contas, presidente é dono apenas de seu voto, não do partido, e a executiva se resume a um seleto grupo, que geralmente não tem voto.


Não sou vidente, mas o futuro do PMDB tem apenas dois caminhos:

1- Concorre com candidatura própria, lançando como candidata a vereadora Elisabete Vargas, que ocupa atualmente a terceira colocação nas pesquisas.


2- Coliga com o PSDB e indica o vereador Leandro com vice da chapa que ai nesse caso contaria com mais DEM e PPS.


Queiram ou não esse é o cenário das coligações, quero ressaltar ainda, que qualquer pesquisa séria indicara o seguinte quadro. e/ou colocações
1-Dagmar Dengo
2-Amadeu Beoira
3-Elisabete Vargas
4-Jaime Perin
5- Dallasanta

sendo que a diferença do primeiro e segundo para o quarto candidato é mais que o dobro da intenção de voto, essa é a realidade local no momento, mas não significa que essa ordem garanta a vitória na eleição, outros fatores poderão altera esse quadro, tais como o vice, e a composição das coligações.


Para coligar, é preciso negociar, ninguém vai negociar com quem quer impor, como um candidato e seu presidente podem imaginar que apresentando uma chapa própria com nomes sem expressão conseguirão adesões? Na politica tudo gira na base do interesse, sem jogo de cintura, sem manha ninguém consegue nada.

Volto a afirmar, quanto mais candidatos, maior a chance do cavalo do comissário, numa eleição curta, sem recursos, a máquina e o exército de CCS pode ser a diferença; quem viver vera; além dos cargos de confiança uma boa nominata ao legislativo  sempre ajuda, e nesse caso quanto mais partidos coligados mais candidatos nas ruas buscando votos.

Atualmente temos três candidatos definidos, PSDB, PP e PDT/PT, a possibilidade da terceira candidatura passa pelo PMDB, mas acho muito remotas as chances, e nesse caso os outros dois pré-candidatos, ou seja, os vereadores do PTB e PSB, não tem estofo para um a candidatura própria

segunda-feira, 23 de maio de 2016

SAÚDE

A ultima semana foi movimentada na área da saúde, primeiro foi a CPI que em mais uma reunião ouviu mais dois médicos. Prestou depoimento, o médico responsável pelo atendimento do plantão de urgência e emergência e médico que representa sua classe junto à direção do hospital. Na verdade, os dois depoentes, ficaram na defensiva, um dos depoentes fez críticas aos próprios colegas, uma verdadeira guerra de bugios.

O segundo evento relacionado à saúde, foi à audiência pública realizada na câmara de vereadores, sob o comando do presidente da comissão de saúde, vereador Marcos Lima (PTB); presente no encontro, representantes do hospital, do executivo, de dois deputados, médicos, empresários entre outros. Na verdade, essa audiência foi mais um desses encontros que não resolvem nada, tipo não quer resolver cria uma comissão e marca uma reunião, muito conversa fiado e nada de pratico. Salvou a noite a proposta do Dr. Marco Antônio Mahfus, que sugeriu a criação de um conselho de gestão participativa no SUS.


CANDIDATOS E PRÉ-CANDIDATOS

Nossa cidade, ao que tudo indica, terá um número recorde de candidatos ao executivo. Acredito que, o surgimento de vários candidatos é devido à falta de um nome de peso, que iniba o surgimento de candidatos em qualquer esquina; além disso, parece que os comandantes partidários, pensam que basta dizer o meu candidato é o melhor, o meu candidato nunca foi politico e pronto é o novo prefeito. Ser honesto, não é qualidade, é obrigação de todos, ser politico, não significa ser desonesto, ou carecer de qualidades para ser prefeito; quem disse que todo aquele que já ocupou um cargo eletivo deve ser excluído do processo.

A eleição esta aberta volto a dizer, quanto mais candidatos mais se beneficia o candidato do governo, que hoje é o favorito; queiram ou não os outros candidatos.

O PMDB vive um dilema, ter ou não ter candidato (a), eis a questão. Mas uma coisa é certa, com o sem, o partido vai dividido, quem coligar leva 60% do time, quem sair candidato leva 40%.

O DEM lançou o seu pré-candidato, afinal agora é moda, mas na verdade, mira uma boa coligação.

O partido progressista (PP) joga muito mal o jogo das coligações, ao que tudo indica, vai ficar sozinho, quer dar as cartas e jogar de mão, mas volto a frisar não tem esse cacife; mas vive um clima da já ganhou, e ninguém ganha antes de jogar.

Por outro lado, o PSDB ao que tudo indica, vai formar a maior coligação, o seu candidato é experiente, e sabe amarrar os acordos, se preparou para esse momento, não vai deixar escapar a oportunidade, por isso, cuida pessoalmente dos contatos.

O partido trabalhista brasileiro (PTB), também tem seu pré-candidato, e com muita vontade de concorrer, mas não encontra respaldo junto aos seus companheiros, e ao que tudo indica o partido vai com o candidato do governo.

Via popular

O governo vai com o mais forte dos candidatos, o vereador do PDT, que tenta a façanha de se manter no poder por três mandatos. Apesar de muito reduzida, a v ia popular conta com a máquina na mão, e todos nós sabemos que sempre tem um peso significativo na hora do voto.

quinta-feira, 19 de maio de 2016




As articulações de bastidores, não são de conhecimento público, ficam restritas a um seleto grupo, mesmo assim; tem alguns desavisados que pensam que podem influenciar nas decisões. A politica é dinâmica, isso é um fato inquestionável, mas a falsidade e o interesse caminham lado a lado.

As coligações estão encaminhadas, seja oficial, a famosa coligação branca; ou seja, aquela tramada do lado de fora, das executivas e/ou diretórios. Vou citar dois exemplos para melhor elucidar meu raciocínio.

PTB


O partido trabalhista brasileiro tem um pré-candidato, o vereador Marcos Lima, acontece que, segundo um membro do diretório, que também é da executiva, o partido rechaça essa possibilidade, e caso o vereador mantenha sua candidatura, não vai levar o apoio de seus companheiros, a tenência lógica é de apoiar o candidato do governo; afinal o partido conta com secretarias e vários cargos CC, e com a crise todos querem garantir mais uns meses de emprego.


PMDB


O caso do PMDB é o seguinte: Parte do partido entende que existe ninguém em condições de enfrentar a eleição com chapa própria, por isso, já estão acertados com o candidato do PSDB. A outra parte quer candidatura própria, essa é a ala da vereadora Elisabete, que é pré-candidata e deseja concorrer, e não pretende abrir mão da sua candidatura, tudo vai ser decidido no voto na convenção. Acontece que, independente do resultado da convenção, os rumos já estão traçados e divididos em duas alas; com o sem candidato. Com a chegada do PMDB no poder, e com Eliseu Padilha na casa civil, existe a possibilidade de uma reavaliação do atual cenário, afinal de contas na politica tudo é possível.

PP

A tendência do partido é chapa puro sangue, mas o vice não será ninguém do chamado núcleo jovem do partido, pois no caso de chapa pura o vice precisa ser popular, gozar de prestigio. O evento foi transferido de local, será realizado na associação rural.


SAÚDE



Acontece hoje na câmara de vereadores, uma audiência pública para tratar da UTI, diversa seguimentos da sociedade, e poder público estarão presentes na busca de solução para evitar o fechamento. Conversei com Dr. Marco Antônio Mahfus, que me disse que estará presente, e vai propor a criação de um conselho de gestão participativa do SUS para cuidar dos recursos destinados ao setor.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

PARTIDO PROGRESSISTA


O partido progressista (PP) vai realizar nesse Sábado, no GTG (Rancho da Integração), um grande evento. Durante a tarde, o encontro visa colocar os candidatos do partido em dia com a legislação eleitoral. Certamente, o encontro servira ainda, para atualizar a assessoria do candidato do partido sobre a legislação eleitoral, pois devido à desinformação da assessoria, o candidato pagou um mico em não conceder entrevista ao jornal Negritude; pois segundo o candidato, sua entrevista foi vetada pelos assessores, acontece que, os mesmos assessores liberaram o candidato para entrevistas nas rádios locais. Cabe lembrar, que os outros pré-candidatos concederam entrevistas ao jornal Negritude, resta saber agora quem esta mal assessorado; mas com uma assessoria assim não precisa adversário.


Ainda com relação ao partido progressista, após o seminário, estará recebendo filiados e simpatizantes, para um grande jantar, segundo uma fonte, os organizadores pretendem colocar mais de 1.500 pessoas no jantar. Considerando ainda, que o candidato do partido segundo seus dirigentes é o favorito para vencer sozinha, em chapa pura a eleição, é uma obrigação colocar mais gente que os dois outros candidatos Amadeu Boeira) PSDB) e Dagmar Dengo (PDT), que colocaram acima de 1.000 pessoas nos seus eventos. Vamos aguardar pra ver quem tem mais café no bule.
A DANÇA DAS CADEIRAS NA CÂMARA


O nosso legislativo, começou com uma formação e vai terminar com outra completamente diferente; a janela de transferência e a expulsão de um vereador mudaram as composições.

A próxima composição, ainda é uma incógnita, mas o certo é que teremos mudança, pois teremos vereadores concorrendo ao executivo, e vereadores não se reelegendo; até o presente momento, apenas dois vereadores são candidatos ao cargo de prefeito, considerando que temos cinco vereadores pré-candidatos, esse número pode alterar.

No inicio da atual legislatura, a formação do legislativo era a seguinte: PMDB 3 vereadores, PSDB 1 vereador, PSB 2 vereadores, PT 3 vereadores, DEM 1 vereador, PP elegeu 2, PTB 1 vereador, PPS 1 vereador e PDT 1 vereador.

As bancadas do PTB e PDT ganharam um vereador, já o PP perdeu um que nunca teve, e o DEM ficou sem bancada; apostaria que além dois vereadores que já oficializaram suas candidaturas ao executivo, no mínimo mais dois dos atuas não voltam para mais um mandato, mas esse número dos não reeleitos tende a aumentar.

Com relação às nominatas de futuros candidatos, acredito que PMDB matem sua bancada, com tendência de ampliar; já o PP terá de se esforçar e muito para eleger dois, pois a sua nominata é muito fraca, a maioria dos prováveis candidatos não ultrapassa a casa dos 200 votos. E isso, pode refletir no seu candidato.

Com relação às outras bancadas, acredito que o PT não repita a mesma votação e deve perder cadeiras; com relação aos outros partidos as cadeiras não devem se alterar muito.


COLIGAÇÕES E CANDIDATOS


Os quadros de coligações, ainda esta indefinido, todos aguardam a próxima rodada de pesquisa, além disso, tem a arrogância de alguns partidos e de seus candidatos, só aceitam a cabeça, e outros ainda querem coligar, mas com chapa puro sangue.

Hoje temos três candidaturas na praça, e outros três pré-candidatos, afirmando que concorrem, na verdade se esses três candidatos, ou seja, Marcos Lima> Elizabete e Dalla santa, sentassem e se acertassem, formando uma nova coligação poderiam criar um fato novo e até levar a eleição, pois entre esses nomes dois deles figuram entre os cinco nomes mais citados nas pesquisas, e ainda poderiam captar outros partidos pequenos.


A corrida pelo voto já começou, tem candidato avançando até em fio desencapado, e indo a festas, jantares e almoço, com estafe de governador, o numero excessivo de assessores chega assustar as pessoas, pois são pessoas desconhecidas e que em alguns momentos chegam a serem inconvenientes. Todo cuidado é pouco, pois aquilo que mata é a dosagem e não o veneno.


A queda do PT poderá pesar na candidatura governista, mas assim sendo, a chegado do PMDB no poder poderá ter uma influência positiva na chapa que contar com o apoio do partido do presidente da república; afinal de contas pau que da em Chico, também da em Francisco.

Mas como sempre falo, o mundo da politica é dinâmico, e tudo pode mudar, alias, na última eleição para prefeito, uma coligação trocou seu candidato com 30 dias de campanha, e trocar um candidato que não decola antes do inicio da campanha seria normal, ou uma ato de inteligência.