segunda-feira, 5 de março de 2012
VEREADORES
O vereador Douglas do PMDB foi o entrevista do Miro Santos durante o programa fala cidade da Rádio Esmeralda,o motivo da entrevista foi responder ao presidente do legislativo que na semana passada ocupou as emissoras locais para falar sobre a postura da bancada de oposição no legislativo.A vereador Douglas disse que a desculpa do presidente não procede,pois no ultimo ano da legislatura passada ele também era o presidente da casa e não suspendeu o informativo de rádio da câmara,disse que a atitude do presidente que é da base do prefeito e emprega parentes no executivo é para evitar as criticas ao prefeito,disse que como os vereadores de oposição não conseguem espaço nas rádios sem o programa da câmara o prefeito fica imune as cobranças.Ao falar da vereadora do partido,disse que ela nunca ocupou a liderança por não acompanhar as decisões ou orientações do PMDB e que se posiciona contra e traiu o partido.
domingo, 4 de março de 2012
Valcke continua no ataque e chama governo brasileiro de 'infantil'
Secretário-geral da Fifa não pretende deixar de ser interlocutor da Copa, como pediu Aldo Rabelo
GENEBRA - O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, debocha da reação no Brasil, não cede, aprofunda as críticas e chama o governo de "infantil". Neste sábado, em Londres, o homem-chave da Fifa na organização da Copa do Mundo de 2014 reagiu com ironia à decisão do governo de não mais considerá-lo como interlocutor.
Questionado sobre as declaração de Aldo Rebelo, ministro do Esporte, Valcke não hesitou. "Por que é que ele não lida com os problemas?", atacou. "Se o resultado de minhas declarações é que não querem mais falar comigo, se não sou a pessoa com quem querem trabalhar, então, como dizemos em francês, é um pouco infantil".
Valcke não deu nenhum sinal de que vai atender ao pedido de Aldo Rebelo de vê-lo afastado. "Vou viajar ao Brasil no dia 12 de março", disse.
Ele ainda debochou da reação no Brasil diante de seus comentários de que tudo estava atrasado. "Uau, esse é o problema porque nada ocorreu nos últimos cinco anos e o resultado de eu ter feito um comentário dizendo que as coisas não estão indo bem?", questionou. "Eu disse exatamente o que está ocorrendo no Brasil", declarou.
GENEBRA - O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, debocha da reação no Brasil, não cede, aprofunda as críticas e chama o governo de "infantil". Neste sábado, em Londres, o homem-chave da Fifa na organização da Copa do Mundo de 2014 reagiu com ironia à decisão do governo de não mais considerá-lo como interlocutor.
Questionado sobre as declaração de Aldo Rebelo, ministro do Esporte, Valcke não hesitou. "Por que é que ele não lida com os problemas?", atacou. "Se o resultado de minhas declarações é que não querem mais falar comigo, se não sou a pessoa com quem querem trabalhar, então, como dizemos em francês, é um pouco infantil".
Valcke não deu nenhum sinal de que vai atender ao pedido de Aldo Rebelo de vê-lo afastado. "Vou viajar ao Brasil no dia 12 de março", disse.
Ele ainda debochou da reação no Brasil diante de seus comentários de que tudo estava atrasado. "Uau, esse é o problema porque nada ocorreu nos últimos cinco anos e o resultado de eu ter feito um comentário dizendo que as coisas não estão indo bem?", questionou. "Eu disse exatamente o que está ocorrendo no Brasil", declarou.
‘Ficha limpa é uma roleta russa. Fará vítimas para todo lado’, diz Gilmar Mendes
Para o ministro do Supremo Tribunal Federal, a lei tem falhas e, depois da eleição, terá de ser revista no Congresso
Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo
Crítico de primeira hora da Lei da Ficha Limpa, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirma que o Congresso, passadas as eleições, terá de mudar o texto. "Me parece que a Lei da Ficha Limpa vai causar vítimas em todos os partidos com essa amplitude. É uma roleta russa com todas as balas no revólver, feita pelos partidos ", diz.
Em entrevista ao Estado, Mendes defende enxugar os benefícios do Ministério Público que hoje são demanda do Judiciário, como licença-prêmio e auxílio-moradia, critica a falta de critério para os pagamentos de atrasados e afirma que a lei não permite a venda de férias pelos magistrados.
O ministro sugere ainda não ser possível, depois da decisão do STF sobre a Lei de Anistia, discutir a punição a militares, mesmo que a Comissão da Verdade venha a identificar responsáveis por crime s cometidos durante a ditadura militar. A seguir, os principais trechos da entrevista.
O Congresso deveria mudar a lei?
Me parece que a Lei da Ficha Limpa vai causar vítimas em todos os partidos com essa amplitude. É uma roleta russa feita pelos partidos com todas as balas no revólver. Ainda vamos ouvir falar muitas vezes da Lei da Ficha Limpa. Vamos ter muitas peripécias. Acredito que o Congresso, passado o momento eleitoral, terá que rever essa lei, porque são muitas as perplexidades. O Congresso terá de assumir a responsabilidade em face da opinião pública. O Congresso talvez venha a se conscientizar de que não pode ficar aprovando leis simbólicas.
Que problemas o senhor vê na lei?
Por exemplo, os prazos de inelegibilidade são elásticos e infindáveis. A inelegibilidade pela rejeição de contas de prefeitos, por exemplo, pelos tribunais de contas. Será que isso é bom? Nós sabemos que temos problemas hoje nos tribunais de contas. Há uma excessiva politização e partidarização dos tribunais de contas. Ou nós não sabemos disso?
O senhor considera que possa haver julgamentos direcionados?
Não devemos ser ingênuos a ponto de não imaginarmos que pode haver manipulação. Imaginemos que um político importante seja condenado em primeiro grau numa ação de improbidade. Alguém desconhece a pressão que haverá sobre o tribunal para julgar também nesse sentido e torná-lo inelegível? Pressão eventualmente política, inclusive. Quem conhece a estrutura de alguns tribunais sabe que isso pode ocorrer e vem ocorrendo.
Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo
Crítico de primeira hora da Lei da Ficha Limpa, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirma que o Congresso, passadas as eleições, terá de mudar o texto. "Me parece que a Lei da Ficha Limpa vai causar vítimas em todos os partidos com essa amplitude. É uma roleta russa com todas as balas no revólver, feita pelos partidos ", diz.
Em entrevista ao Estado, Mendes defende enxugar os benefícios do Ministério Público que hoje são demanda do Judiciário, como licença-prêmio e auxílio-moradia, critica a falta de critério para os pagamentos de atrasados e afirma que a lei não permite a venda de férias pelos magistrados.
O ministro sugere ainda não ser possível, depois da decisão do STF sobre a Lei de Anistia, discutir a punição a militares, mesmo que a Comissão da Verdade venha a identificar responsáveis por crime s cometidos durante a ditadura militar. A seguir, os principais trechos da entrevista.
O Congresso deveria mudar a lei?
Me parece que a Lei da Ficha Limpa vai causar vítimas em todos os partidos com essa amplitude. É uma roleta russa feita pelos partidos com todas as balas no revólver. Ainda vamos ouvir falar muitas vezes da Lei da Ficha Limpa. Vamos ter muitas peripécias. Acredito que o Congresso, passado o momento eleitoral, terá que rever essa lei, porque são muitas as perplexidades. O Congresso terá de assumir a responsabilidade em face da opinião pública. O Congresso talvez venha a se conscientizar de que não pode ficar aprovando leis simbólicas.
Que problemas o senhor vê na lei?
Por exemplo, os prazos de inelegibilidade são elásticos e infindáveis. A inelegibilidade pela rejeição de contas de prefeitos, por exemplo, pelos tribunais de contas. Será que isso é bom? Nós sabemos que temos problemas hoje nos tribunais de contas. Há uma excessiva politização e partidarização dos tribunais de contas. Ou nós não sabemos disso?
O senhor considera que possa haver julgamentos direcionados?
Não devemos ser ingênuos a ponto de não imaginarmos que pode haver manipulação. Imaginemos que um político importante seja condenado em primeiro grau numa ação de improbidade. Alguém desconhece a pressão que haverá sobre o tribunal para julgar também nesse sentido e torná-lo inelegível? Pressão eventualmente política, inclusive. Quem conhece a estrutura de alguns tribunais sabe que isso pode ocorrer e vem ocorrendo.
sábado, 3 de março de 2012
RE9

A nossa cidade é muito bem servida no setor do vestuário,temos ótimas opções para escolher a melhor roupa,podemos escolher de acordo com nosso gosto e com nosso bolso.Abriu as portas recentemente a loja RE9 na Rua Inácia Vieira 376 com um estoque variado e de muito bom gosto;vale a pena conferir.
sexta-feira, 2 de março de 2012
CONTRAPONTO 03-03-2012
SAÚDE I - Pensando em me informar mais sobre saúde, fui conversar com o profissional que mais entende de saúde pública em Vacaria, o mais preparado que foi a Cuba a convite do Fidel Castro e inclusive jantou com o líder cubano, o Dr. Osvaldo Bortolon. Foi com imenso prazer que fui me informar um pouco sobre o tema. Falamos de saúde da família que atualmente é um caos, falamos de plantão de urgência e emergência, de postos pela cidade e da famosa UPA. O Osvaldo afirmou que o atual prefeito se elegeu em cima da promeça de saúde de qualidade, posto aberto até 22 horas, prometia empregos e se fazia de bom menino; as promessas eram apenas para ganhar a eleição, acabou com a saúde, gasta muito e gasta mal. Um exemplo é o valor pago pelas consultas com especialista no valor de 70 reais, quando a nível de Brasil a sociedade brasileira de medicina briga para conseguir 60 reais e pagar uma consulta sem oferecer o exame é uma maneira de enganar, um faz de conta. Por isso, é preciso esclarecer a população como deve ser a UPA e como vai ser o teatro que vai ser apresentado no final do mês na tentativa de mais uma vez enganar a população pobre na busca de votos. Pior é saber que quem deveria fiscalizar não vai fazer nada. Mas quem ficou sem saúde por três anos saberá dar a resposta.
UPA - A UPA tem suas normas preconizadas pela ANVISA-Agência Nacional de Vigilância Sanitária, RDC ANVISA nº 50/2002. Assim sendo, para funcionar a unidade de pronto atendimento deve respeitar e oferecer alguns serviços básicos 24 horas por dia.
1- Acolher os pacientes e seus familiares sempre que busquem socorro na UPA;
2- Realizar classificação de risco e garantir atendimento ordenado de acordo com o grau de sofrimento do paciente ou gravidade do caso;
3- Realizar consulta médica em regime de pronto atendimento aos casos de menor gravidade;
4. Realizar o primeiro atendimento e estabilização dos pacientes graves para que possam ser transferidos a serviço de maior porte;
5. Realizar atendimentos e procedimentos médicos e de enfermagem adequados aos casos críticos ou de maior gravidade;
6. Prestar apoio diagnóstico (realização de raios-x, exames laboratórios, eletrocardiograma) e terapêutico 24 horas do dia;
7. Manter em observação, por período nas 24 horas do dia; os pacientes que necessitem desse tempo para elucidação diagnóstica e/ou estabilização clínica;
8. Encaminhar para internação os pacientes que não tiverem suas queixas resolvidas nas 24 horas de observação acima mencionadas;
9. Solicitar retaguarda técnica ao SAMU 192, sempre que a gravidade/complexidade dos casos ultrapasse a capacidade instalada da unidade;
10. Garantir apoio técnico e logístico para o bom funcionamento da unidade.
Os itens listados acima são condições básicas para o funcionamento da UPA, a sala de observação deve ter no mínimo seis leitos, os médicos plantonistas devem estar presentes durante o plantão, o plantão é presencial. Considerando que a inauguração da UPA local ta marcada para o final do mês, tenho a obrigação de alertar a comunidade para mais uma vez não cair no teatro do prefeito, que não cumpriu sua promessa de campanha e deixou seu povo sem saúde por três anos e agora mais uma vez tenta enganar o povo pobre. Esse alerta também tem a intenção de alertar ao MP para que cumpra com sua obrigação e exija o cumprimento da lei.
SAÚDE II - Conversando com o Dr. Osvaldo, mais uma vez tive a certeza que a causa do excesso de pessoas no plantão é a falta de médicos e a falta de atendimentos no posto do bairro. Além desse problema, a saúde da família no município é uma piada, feita por pessoas despreparadas e pela troca constante do médico que vai de um bairro para outro.
O governo federal criou ou elaborou a CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DA SAÚDE, a carta tem o objetivo de informar ao cidadão os seus direitos, mas aqui na nossa amada Vacaria essa carta foi esquecida e guardada a sete chaves pela secretária e nosso conselho por falta de conhecimento ou de vontade também silenciou.
BLOG - Convido a todos os meus leitores a acessar o meu blog, para se inteirar da nossa realidade, a cidade que você vê e que a imprensa não fala no blog você vai ler e poderá avaliar com fotos e cortes, na integra a verdade dos fatos, e sem pressão. Obrigado!
UPA - A UPA tem suas normas preconizadas pela ANVISA-Agência Nacional de Vigilância Sanitária, RDC ANVISA nº 50/2002. Assim sendo, para funcionar a unidade de pronto atendimento deve respeitar e oferecer alguns serviços básicos 24 horas por dia.
1- Acolher os pacientes e seus familiares sempre que busquem socorro na UPA;
2- Realizar classificação de risco e garantir atendimento ordenado de acordo com o grau de sofrimento do paciente ou gravidade do caso;
3- Realizar consulta médica em regime de pronto atendimento aos casos de menor gravidade;
4. Realizar o primeiro atendimento e estabilização dos pacientes graves para que possam ser transferidos a serviço de maior porte;
5. Realizar atendimentos e procedimentos médicos e de enfermagem adequados aos casos críticos ou de maior gravidade;
6. Prestar apoio diagnóstico (realização de raios-x, exames laboratórios, eletrocardiograma) e terapêutico 24 horas do dia;
7. Manter em observação, por período nas 24 horas do dia; os pacientes que necessitem desse tempo para elucidação diagnóstica e/ou estabilização clínica;
8. Encaminhar para internação os pacientes que não tiverem suas queixas resolvidas nas 24 horas de observação acima mencionadas;
9. Solicitar retaguarda técnica ao SAMU 192, sempre que a gravidade/complexidade dos casos ultrapasse a capacidade instalada da unidade;
10. Garantir apoio técnico e logístico para o bom funcionamento da unidade.
Os itens listados acima são condições básicas para o funcionamento da UPA, a sala de observação deve ter no mínimo seis leitos, os médicos plantonistas devem estar presentes durante o plantão, o plantão é presencial. Considerando que a inauguração da UPA local ta marcada para o final do mês, tenho a obrigação de alertar a comunidade para mais uma vez não cair no teatro do prefeito, que não cumpriu sua promessa de campanha e deixou seu povo sem saúde por três anos e agora mais uma vez tenta enganar o povo pobre. Esse alerta também tem a intenção de alertar ao MP para que cumpra com sua obrigação e exija o cumprimento da lei.
SAÚDE II - Conversando com o Dr. Osvaldo, mais uma vez tive a certeza que a causa do excesso de pessoas no plantão é a falta de médicos e a falta de atendimentos no posto do bairro. Além desse problema, a saúde da família no município é uma piada, feita por pessoas despreparadas e pela troca constante do médico que vai de um bairro para outro.
O governo federal criou ou elaborou a CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DA SAÚDE, a carta tem o objetivo de informar ao cidadão os seus direitos, mas aqui na nossa amada Vacaria essa carta foi esquecida e guardada a sete chaves pela secretária e nosso conselho por falta de conhecimento ou de vontade também silenciou.
BLOG - Convido a todos os meus leitores a acessar o meu blog, para se inteirar da nossa realidade, a cidade que você vê e que a imprensa não fala no blog você vai ler e poderá avaliar com fotos e cortes, na integra a verdade dos fatos, e sem pressão. Obrigado!
quinta-feira, 1 de março de 2012
Proposta da AG rejeitada pelo Banrisul tinha o IPE como investidor
A pedido da Andrade Gutierrez (AG), o Banrisul chegou a estudar a inclusão, entre os investidores da construtora para o Beira-Rio, do IPE e do Departamento Municipal de Previdência dos Servidores Públicos de Porto Alegre (Previmpa). O acerto só não saiu porque a AG também pediu que as instituições fornecessem garantias para o empréstimo — modelo que foi proposto com pequenas alterações e, novamente, rejeitado nesta quarta-feira pelo Banrisul.
Mantida até agora em sigilo, a arquitetura financeira foi obtida com exclusividade por Zero Hora e mostra um negócio composto, na maior parte, por recursos públicos.
Nas propostas apresentadas desde dezembro ao banco, a AG investiria só R$ 16,4 milhões em recursos próprios — R$ 65,9 milhões viriam do IPE, do Previmpa e do próprio Banrisul. Mas o que entravou o negócio foi que, além da participação como investidores, a AG pediu aos entes públicos garantias para o empréstimo de R$ 205 milhões junto ao banco estadual.
Governo do Estado e prefeitura asseguram que nenhuma das propostas da construtora foi aceita. Porém, a revelação de que o IPE e o Banrisul estavam na negociação para ingressar no consórcio criou crise no governo estadual. Enquanto concedia entrevista a ZH sobre o assunto, o chefe de gabinete da presidência do IPE, Cássius Rosa, foi chamado ao Palácio Piratini e proibido de falar com a imprensa.
O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, foi designado para ser o único interlocutor sobre o assunto. Esclareceu que, por conta de sua natureza jurídica, os fundos de pensão não podem ser avalistas do negócio.
— Quando o banco avisou a AG disso, a empresa disse que só garantiria a parte dela no empréstimo, mostrando ao Banrisul que era um negócio arriscado — afirma Pestana.
Nas garantias prometidas pela AG ao Banrisul, estão R$ 24 milhões vindos de instituições gaúchas e receitas esperadas com a exploração de áreas do estádio — o que é rejeitado repetidamente pelo banco.
Mantida até agora em sigilo, a arquitetura financeira foi obtida com exclusividade por Zero Hora e mostra um negócio composto, na maior parte, por recursos públicos.
Nas propostas apresentadas desde dezembro ao banco, a AG investiria só R$ 16,4 milhões em recursos próprios — R$ 65,9 milhões viriam do IPE, do Previmpa e do próprio Banrisul. Mas o que entravou o negócio foi que, além da participação como investidores, a AG pediu aos entes públicos garantias para o empréstimo de R$ 205 milhões junto ao banco estadual.
Governo do Estado e prefeitura asseguram que nenhuma das propostas da construtora foi aceita. Porém, a revelação de que o IPE e o Banrisul estavam na negociação para ingressar no consórcio criou crise no governo estadual. Enquanto concedia entrevista a ZH sobre o assunto, o chefe de gabinete da presidência do IPE, Cássius Rosa, foi chamado ao Palácio Piratini e proibido de falar com a imprensa.
O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, foi designado para ser o único interlocutor sobre o assunto. Esclareceu que, por conta de sua natureza jurídica, os fundos de pensão não podem ser avalistas do negócio.
— Quando o banco avisou a AG disso, a empresa disse que só garantiria a parte dela no empréstimo, mostrando ao Banrisul que era um negócio arriscado — afirma Pestana.
Nas garantias prometidas pela AG ao Banrisul, estão R$ 24 milhões vindos de instituições gaúchas e receitas esperadas com a exploração de áreas do estádio — o que é rejeitado repetidamente pelo banco.
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