quarta-feira, 30 de março de 2011

BASE DO PREFEITO.

A base do prefeito no legislativo começa a dar sinal de rebeldia, na segunda o vereador do PP que é PT fez pesadas críticas ao péssimo atendimento da saúde no município, cobrando providencias e ação da secretária da saúde e do prefeito. Finalmente o vereador fica do lado do povo.
BASE II.
O vereador do PTB também da sinal de insatisfação com a inercia da atual administração, conversei com o vereador que me disse que quer ação, quer obras ao invés de propaganda; segundo o vereador pedidos de providencias feito há mais de dois anos até o momento ainda não teve solução. O atual presidente do legislativo disse que diariamente vai ao bairro conferir os pedidos da comunidade.

CREDIBILIDADE.

CREDIBILIDADE.
No dicionário o significado quer dizer: Qualidade do que é crível; verossimilhança.
Alguns comunicadores da imprensa falada, do legislativo ou ainda em outros setores quando usam esse termo para se referir a minha pessoa ou aos assuntos abordados por minha na coluna ou no blog; pela definição do vernáculo percebo que esses críticos estão no mínimo equivocados; em minha opinião fazer vistas grossas, vender o apoio, ou se calar por interesses pessoais ou espaços publicitários não é um exemplo de credibilidade. Não sou perfeito, tenho minhas preferencias religiosas, politicas e sexuais, mas não misturo alho com bugalho, procuro ser isento e não me intimido com ameaças. Novamente foi falar não pago e não recebo um centavo sequer para escrever minha coluna no jornal, na verdade ganho sim, ganho a sensação de dever cumprido, ganho a sensação de um canal aberto na defesa da comunidade e mais não sou daqueles que apenas gritam contra os pobres ou humildes, tenho a convicção que toda a história tem três versões, a minha, a do outro e a verdadeira.

BASE DO PREFEITO NA CÂMARA.

A base do prefeito no legislativo começa a dar sinais de rebeldia,na sessão de segunda feira o vereador do PP fez críticas pesadas a saúde,o vereador do PTB também não esta satisfeito com a ações do governo Elói e promete cobrar providências e resultados;o vereador do PSDB disse sem querer no pinga fogo que quer ver as obras saírem do papel,se estando no papel ainda não existem.

RS 122

A Rs 122 que já estava quase sem condições de trafegar , agora com as chuvas esta muito pior,no final do governo passado uma ação do MP obrigava o conserto do trecho entre Vacaria e António Prado; mas o novo governo que prometia obras se preocupou apenas em casar a liminar e deixar o buracos na estrada. Essa atitude do governo é lamentável.A ação da promotoria foi em Dezembro no governo Yeda e passados três meses do novo governo a única ação foi jurídica.

terça-feira, 29 de março de 2011

COLIGAÇÕES.

A proibição de coligação na proporcinonal nas proxima eleição vai movimentar o mercado da politica local,caso se confirme essa norma,os partidos pequenos como é o caso do PDT,PTB,PSDB e PPS que hoje tem representação no legistavo hoje estariam fora,por isso, agora o bixo vai pegar.No proxima eleição mesmo com 15 vagas esses partidos dificilmente vão eleger representante na casa.

Na eleição de Dilma, governo acelerou liberação de verbas a cidades e Estado

Distribuição de recursos da União a Estados e municípios cresceu 51% em 2010 em relação ao ano anterior

Dilma põe em dúvida, pela 1ª vez, meta de erradicar pobreza em quatro anos

Julia Duailibi e Marcelo Portela, de O Estado de S. Paulo

A presidente Dilma Rousseff (PT) admitiu nesta segunda-feira, 28, pela primeira vez, que os quatro anos de seu mandato podem não ser suficientes para erradicar a miséria no País. O combate à miséria foi uma das principais promessas de Dilma durante a campanha eleitoral e ao assumir o governo. A presidente também aproveitou o discurso em Belo Horizonte, ao participar do lançamento da Rede Cegonha, programa de atendimento às gestantes, para minimizar as críticas que ela própria fizera ao sistema público de saúde, na semana passada.

"Temos também um grande compromisso, que é acabar com a miséria no nosso Brasil. Posso não conseguir acabar nos meus quatro anos, mas eu vou insistir tanto nisso, que esse objetivo de acabar com a miséria vai ficar selado nas nossas consciências", afirmou ontem a presidente. Em seu discurso de posse, em janeiro, Dilma chegou a dizer que a erradicação da miséria, uma "tragédia", como definiu, seria a prioridade da sua gestão. "Lutarei firme e decididamente para acabar com a miséria no nosso País", afirmou em fevereiro.

De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de 2009, o número de pobres (com renda per capita mensal de até R$ 140) no Brasil caiu quase pela metade, entre 2003 e 2009, passando de 30,4 milhões para 17 milhões. Os próprios economistas do governo, no entanto, já diziam ser pouco provável diminuir o número para zero em quatro anos.

‘Salto’. Apesar de admitir que talvez não consiga extinguir a miséria no seu governo, Dilma disse achar que o Brasil dará um "salto maior ainda" que o visto nos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Os avanços, segundo a presidente, serão consequência da "herança" positiva recebida do antecessor.