quinta-feira, 9 de agosto de 2012
UPA
A unidade de pronto atendimento foi inaugurada em Março, com pouco mais de quatro meses já mostra inúmeros problemas. Os problemas na UPA começam na péssima qualidade da obra, e passam pela demora exagerada no atendimento e na falta de médicos pediatras. A falta desse profissional é suprida através de clinico geral contrariando a resolução que criou as unidades de pronto atendimento que exige plantão presencial desse profissional. Mas os problemas da UPA não se resumem a falta de médico ou a demora no atendimento, a UPA construída a toque de caixa apresenta problemas na obra desde a sua inauguração; paredes rachadas, buracos no chão, problemas e na parte elétrica. Com relação a obra quero informar que a empresa vencedora da licitação não fez sequer a entrada para telefones ou para a internet, apesar dos projetos da unidades de pronto atendimento ser padrão ministério da saúde; no caso de nossa obra o problema foi solucionado por profissionais da prefeitura, nesse caso a empresa recebeu e não fez o serviço. A parte elétrica da obra é toda problemática, segundo relato de médicos e funcionários, por diversas vezes a lâmpadas da parte interna queiram devido a picos na rede, o mais grave acontece na noite de Segunda feira quando a UPA sofreu um APAGÃO, médicos, enfermeiros, funcionários e pacientes ficaram no escuro, a luz de velas. Acontece que o gerador que deveria entrar em ação não funcionou devido a problemas na instalação, ou seja, a empresa que instalou o gerador fez um serviço mal feito, e ai mais uma vez um funcionário do município foi chamado para resolver o problema. A falta de luz ou o apagão gerou um incidente no qual um enfermeiro foi atacado por um paciente em pânico. Dessa forma é possível afirmar que a UPA realmente é uma obra cheia de problemas e irregularidades, começa na péssima qualidade da obra e passa pela empresa que presta os serviços de forma irregular, pois recebeu o contrato da vencedora da licitação, ou seja, a vencedora da licitação figurou como uma laranja no processo. Considerando que o ex-prefeito Susin foi processado e condenado em primeiro grau por contratar emergencialmente, gostaria de saber como pode ser definida a situação atual da empresa que presta o serviço na UPA>
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
SAÚDE
A secretaria da saúde parece que se especializou em destruir carros no mandato do PT,não faz muito tempo que um AGILE foi destruído numa viagem de volta durante um pega entre dois motoristas.O fato foi denunciado por mim no blog e na coluna mas até hoje nada foi feito e muito menos explicado,agora mais um veículo da saúde foi parcialmente destruído,agora foi uma S10,as fotos abaixo não deixam dúvidas.,
terça-feira, 7 de agosto de 2012
ELEIÇÃO 2012
A eleição é dia 07 de Outubro, os candidatos tem apenas 60 dias para conquistar o voto. A coligação de oposição vai ter menos de dois meses para percorrer todos os bairros da cidade e levar sua mensagem vender seu peixe. Com relação à campanha a legislação eleitoral é clara, proíbe algumas coisas por considerar compra de votos; apesar da proibição tem candidato usando e abusando desse expediente. A máquina publica é um fator de desequilíbrio na corrida eleitoral, segundo dizem as más línguas alguns candidatos a vereador da base do prefeito gozam desse benéfico e usando a máquina Pará conquistar o voto um deles chegou oferecer uma cirurgia entre troca do voto e apoio para ele e para o prefeito; e esse fato chegou ao conhecimento do MP, mas ainda não temos noticia sobre esse fato, decerto a desculpa vai ser a mesma, quando ofereci estava bêbado, com a cara cheia de cana. Além desse candidato, é voz corrente que os quatro vereadores da base têm carta branca e preferência nos pedidos, e assim segue a campanha; apesar de lei eleitoral. Mas como esse filme eu já assisti na ultima eleição municipal sei que ninguém vai fazer nada e nada vai acontecer e após a eleição as autoridades ainda vão dizer que aqui em Vacaria não existe compra de votos e muito menos uso da máquina publica para favorecer candidatos. Mas se por acaso surgir alguma denuncia de compra de votos ou caixa II a culpa é da marvada da cachaça.
SAÚDE
A demora para ser atendido na UPA é um abuso,mas com relação a unidade de pronto atendimento,muita coisa ainda não foi bem explicada,o prefeito não respondeu no debate por que a empresa vencedora repassou o contrato,apenas disse que o que importa é que o atendimento esta sendo feito.Disse ainda que tem gente que é contra a UPA,ninguém é contra a UPA,somos contra a demora no atendimento e contra irregularidade.Mas com relação a esse tema falarei em breve.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
ELEIÇÂO 2012
A cada dia mais me convenço que estou no caminho certo, a minha postura diante do andamento da campanha é de isenção,de comentar fatos concretos. Já fiz comentários sobre uso da maquina, da tentativa da compra de votos, e já critiquei a campanha da oposição. Assim sendo, acho que já desagradei os dois lados, mesmo assim continuo firme com minhas convicções; hoje mais um candidato a vereador da oposição manifestou sua inconformidade com o andamento da campanha e com o tratamento recebido da coordenação de campanha da oposição.
Recebi também um e-mail do Dr. Eclair o maior responsável pelo acordo entre PP e PMDB e faço questão de publicar na integra.
PREZADO JOÃO AMARO
Leitor permanente de tua coluna, O CONTRA-PONTO, no Correio Vacariense, assisti com tristeza a retirada da tua coluna daquele jornal, até hoje muito mal explicada, de certa forma numa tática cruel e cínica, com o povo de Vacaria, para não dizer coisa pior.
Era a única voz da mídia que não calava, e denunciava as irregularidades, e fracassos do atual governo do município.
Passei a ler o teu blog, afinal, foi o que restou.
Como sei o elevado número de acessos diários ao teu blog, resolvi tecer algumas considerações, sobre a nossa situação política em Vacaria no atual pleito eleitoral de outubro.
Se entederes que deves publicá-la, faça sob a minha inteira responsabilidade.
ECLAIR DUMONCEL DA ROSA
A CONSPIRAÇÃO DOS MEDÍOCRES
POR ECLAIR DUMONCEL DA ROSA
CAPÍTULO I
A montagem da coligação de oposição em Vacaria, entre o PP e o PMDB, foi uma tarefa difícil, mas que se tornou realidade, graças a grande capacidade de desprendimento, das partes envolvidas.
Ao PMDB e ao PP, vieram se somar o PSD, o DEM e o PT do B.
A luta contra a bem montada máquina do governo municipal, que a custo de recursos publicos vultosos, silenciou a mídia para não divulgar seus equívocos e fracassos, tinha ganhado sustentação.
Surgiu, entretanto, uma esperança de possibilidade concreta de vitória da oposição.
Os fatos subsequentes, estão a demonstar que alguns medíocres que colocam os seus interesses e ambições pessoais, acima do interesse coletivo, podem rapidamente sepultar o sonho de vitória da oposição em Vacaria.
Vivemos neste momento, o que denominaria de “Atos de Uma Tragédia Grega”.
Primeiro ato, para parafrasear a tragédia “O Contrabandista, exige alto cargo para o que vende o contrabando”.
Segundo ato, se instalou na coligação a prática medíocre do veto, ao contrário do que deveria ser, a prática da aglutinação, da soma, do chamar todos para construir a vitória sonhada.
Como sempre acontece em tais casos, os medíocres vetam os mais capazes, e o pior de tudo, acabam conseguindo seus intentos, protegidos por uma ótica tacanha, e superada que só caminhos para a derrota.
A oposição se perde na ambição desmendida dos medíocres, que se infiltram com interesses escusos na vida da coligação.
De fofoca em fofoca, de manipulação em manipulação, de intriga em intriga, e de veto em veto, os medíocres ganham terreno em detrimento dos demais, e rapidamenbte transformam o acalentado sonho de vitória da oposição em concreta possibilidade de derrota.
Isto aos olhos surpresos, estupetafos e incrédulos de todos.
O terceiro ato da Tragédia Grega, foi barrado, mas foi a tentativa de ser proibido, vereador eleito ser secretário em futuro e eventual governo, da oposição, isto porque, alguém sem qualquer grandeza e noção de importância da causa, sonha em ser secretário da saúde, no futuro governo.
O sepultamento da possibilidade de vitória da oposição em Vacaria, ganha corpo e será a grande façanha dos medíocres.
Deus nos livre da mediocridade!
Deus queira que esteja enganado!
A evolução dos acontecimentos, determinarão os capítulos subsequentes.
domingo, 5 de agosto de 2012
Negligência dos governos do RS afunda sistema rodoviário após concessões de pedágios
Desde Antônio Britto, todos os governos contribuíram para tornar o programa de concessões danoso aos motoristas
Passados quase 15 anos, às vésperas do término do programa estadual de concessões rodoviárias, a sensação é de que a exacerbada ideologização do debate sobre as estradas pedagiadas só fez uma vítima: o contribuinte.
Acossado por estradas de baixa qualidade, com pouca capacidade de tráfego e tarifas salgadas, o usuário não contou sequer com as autoridades: sem exceção, os últimos governos, desde 1995, contribuíram para piorar o cenário, com descumprimento de acordos, derrotas no Judiciário, remendos aos contratos e atos de negligência.
Enquanto os partidos transformaram a questão dos pedágios em motivo de batalha, com embates incendiários na Assembleia, o sistema rodoviário afundou. Hoje, 54,7% das estradas estaduais são pavimentadas. Neste quesito, os gaúchos estão atrás de Santa Catarina, Paraná, Acre, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas. E apenas 3,1% da malha é duplicada.
A situação dramática é escancarada pelos números: somente para a manutenção de todas as rodovias estaduais, seriam necessários investimentos anuais de R$ 1 bilhão. Mas, na média dos últimos 25 anos, o Estado reservou somente R$ 350 milhões para esta finalidade. Um abissal déficit de R$ 650 milhões ao ano.
Receita dos polos superou gastos nas estradas em R$ 1 bi
Sem dinheiro, o Planalto organizou em 1995 o programa de concessões rodoviárias. O Banco Mundial foi peça fundamental na adoção da política: avisou que não mais emprestaria dinheiro para a construção de estradas em países que não aplicassem planos de manutenção permanente das rodovias.
O movimento da União foi acompanhado por Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. O então governador Antônio Britto assinou, em 1998, contratos de concessão de sete polos.
O fato de Britto ter feito contratos alinhados a um programa federal, ao qual se juntaram outros Estados de forma semelhante, enfraquece o mito de que os contratos de pedágio do Rio Grande do Sul são malévolos e responsáveis por todos os problemas.
– Não vejo os contratos como problema. Eles previram obrigações e deveres. As concessionárias também não os cumpriram plenamente, e o Estado nunca teve estrutura para fiscalizar – avalia o diretor de Operações Rodoviárias do Daer, Cleber Domingues.
Entre 2000 e 2008, as empresas arrecaram R$ 1 bilhão a mais do que investiram em manutenção de estradas. Procurada por Zero Hora, a associação das concessionárias não retornou ao pedido de entrevista.
Foi a má gestão, acrescida da guerra política, que construiu o monstro dos pedágios. Britto, meses depois de assinar o contrato, foi o primeiro a descumprir o reajuste tarifário previsto. Não quis se render ao slogan eleitoral do PT, que o chamava de “pedágio” e anunciava Olívio Dutra como “caminho”.
Olívio assumiu o Piratini buscando imprimir ideias revolucionárias. Com um canetaço, reduziu o pedágio em até 28%. Meses depois, foi derrotado na Justiça. Os solavancos ameaçavam o programa. Em meio à crise, Olívio e o então secretário de Transportes, Beto Albuquerque, que hoje ocupa cargo equivalente no governo Tarso Genro, ofertaram às empresas o termo aditivo 1.
A solução foi responsável por elevar em 33% a tarifa dos veículos de passeio, por instalar a cobrança nos dois sentidos e por reduzir os padrões de qualidade das estradas. Tudo para compensar as perdas que as concessionárias somavam. Os tropeços prosseguiram nos governos seguintes. Quinze anos depois, a população segue no prejuízo.
Peculiaridades dos contratos do RS
— O modelo de polos pressupõe que a arrecadação em uma estrada de grande movimento ajudará a sustentar investimentos em rodovias menos movimentadas do entorno.
— A licitação não foi vencida pela oferta de menor tarifa. O governo fixou a tarifa e definiu que venceria a concorrência quem aceitasse mais estradas.
— Se outros Estados fizeram contratos de 25 anos, o RS optou por 15.
— Conforme Luiz Afonso Senna, PhD em Transportes, o modelo gaúcho é definido como LDOT (Leasing, desenvolvimento, operação e transferência). Pressupõe apenas manutenção de rodovias e pequenas obras. Típico de estradas com tráfego limitado.
Passados quase 15 anos, às vésperas do término do programa estadual de concessões rodoviárias, a sensação é de que a exacerbada ideologização do debate sobre as estradas pedagiadas só fez uma vítima: o contribuinte.
Acossado por estradas de baixa qualidade, com pouca capacidade de tráfego e tarifas salgadas, o usuário não contou sequer com as autoridades: sem exceção, os últimos governos, desde 1995, contribuíram para piorar o cenário, com descumprimento de acordos, derrotas no Judiciário, remendos aos contratos e atos de negligência.
Enquanto os partidos transformaram a questão dos pedágios em motivo de batalha, com embates incendiários na Assembleia, o sistema rodoviário afundou. Hoje, 54,7% das estradas estaduais são pavimentadas. Neste quesito, os gaúchos estão atrás de Santa Catarina, Paraná, Acre, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas. E apenas 3,1% da malha é duplicada.
A situação dramática é escancarada pelos números: somente para a manutenção de todas as rodovias estaduais, seriam necessários investimentos anuais de R$ 1 bilhão. Mas, na média dos últimos 25 anos, o Estado reservou somente R$ 350 milhões para esta finalidade. Um abissal déficit de R$ 650 milhões ao ano.
Receita dos polos superou gastos nas estradas em R$ 1 bi
Sem dinheiro, o Planalto organizou em 1995 o programa de concessões rodoviárias. O Banco Mundial foi peça fundamental na adoção da política: avisou que não mais emprestaria dinheiro para a construção de estradas em países que não aplicassem planos de manutenção permanente das rodovias.
O movimento da União foi acompanhado por Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. O então governador Antônio Britto assinou, em 1998, contratos de concessão de sete polos.
O fato de Britto ter feito contratos alinhados a um programa federal, ao qual se juntaram outros Estados de forma semelhante, enfraquece o mito de que os contratos de pedágio do Rio Grande do Sul são malévolos e responsáveis por todos os problemas.
– Não vejo os contratos como problema. Eles previram obrigações e deveres. As concessionárias também não os cumpriram plenamente, e o Estado nunca teve estrutura para fiscalizar – avalia o diretor de Operações Rodoviárias do Daer, Cleber Domingues.
Entre 2000 e 2008, as empresas arrecaram R$ 1 bilhão a mais do que investiram em manutenção de estradas. Procurada por Zero Hora, a associação das concessionárias não retornou ao pedido de entrevista.
Foi a má gestão, acrescida da guerra política, que construiu o monstro dos pedágios. Britto, meses depois de assinar o contrato, foi o primeiro a descumprir o reajuste tarifário previsto. Não quis se render ao slogan eleitoral do PT, que o chamava de “pedágio” e anunciava Olívio Dutra como “caminho”.
Olívio assumiu o Piratini buscando imprimir ideias revolucionárias. Com um canetaço, reduziu o pedágio em até 28%. Meses depois, foi derrotado na Justiça. Os solavancos ameaçavam o programa. Em meio à crise, Olívio e o então secretário de Transportes, Beto Albuquerque, que hoje ocupa cargo equivalente no governo Tarso Genro, ofertaram às empresas o termo aditivo 1.
A solução foi responsável por elevar em 33% a tarifa dos veículos de passeio, por instalar a cobrança nos dois sentidos e por reduzir os padrões de qualidade das estradas. Tudo para compensar as perdas que as concessionárias somavam. Os tropeços prosseguiram nos governos seguintes. Quinze anos depois, a população segue no prejuízo.
Peculiaridades dos contratos do RS
— O modelo de polos pressupõe que a arrecadação em uma estrada de grande movimento ajudará a sustentar investimentos em rodovias menos movimentadas do entorno.
— A licitação não foi vencida pela oferta de menor tarifa. O governo fixou a tarifa e definiu que venceria a concorrência quem aceitasse mais estradas.
— Se outros Estados fizeram contratos de 25 anos, o RS optou por 15.
— Conforme Luiz Afonso Senna, PhD em Transportes, o modelo gaúcho é definido como LDOT (Leasing, desenvolvimento, operação e transferência). Pressupõe apenas manutenção de rodovias e pequenas obras. Típico de estradas com tráfego limitado.
sábado, 4 de agosto de 2012
O DEBATE NA RÁDIO FÁTIMA
A emissora realizou na manha de hoje mais um grande debate entre os dois candidatos ao executivo. Antes de comentar o debate, é preciso ressaltar e elogiar a organização e a postura da emissora e da equipe responsável pela condução do mesmo. O medidor teve uma postura isenta, e a organização cuidou dos detalhes esternos, e de forma correta não permitiu que fatores extras viessem a atrapalhar o bom andamento do debate; tanto que expulsou do recinto um membro da imprensa que procurava auxiliar o candidato Francisco Appio passando informações. Com relação ao debate propriamente dito foi um debate forte e acalorado, o prefeito Elói enfrentou um político experiente e acostumado aos debates em plenário; o candidato de oposição foi duro nas criticas ao prefeito, cobrou as obras e prometeu caso eleito resolver os problemas crônicos da saúde, e disse que vai abrir a caixa preta da prefeitura e examinar todos os contratos. Por outro lado, o atual prefeito mais uma vez procurou convencer os ouvintes listou obras e mais obras, as suas obras e as obras dos outros, disse que sua relação com os governos do PT é solução para todos os problemas de Vacaria; disse que o ex-deputado não foi atuante em seus 20 anos de mandato;e disse que o seu oponente estava sendo agressivo.
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