PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André
O partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são acusados de participação numa quadrilha que cobrava de empresas de transporte para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos
domingo, 24 de outubro de 2010
Conversas gravadas dentro do gabinete da Secretaria Nacional de Justiça, no início do ano, sugerem que partiram do Planalto determinações para que a Secretaria Nacional de Justiça produzisse dossiês "contra quem atravessava o caminho do governo".
Os diálogos foram revelados neste sábado, 23, pela revista Veja - "gravados legalmente e periciados para afastar a hipótese de manipulação", segundo a revista. Foram obtidos num encontro de cerca de 50 minutos entre o secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, e seu antecessor no cargo, Romeu Tuma Jr. "Não aguento mais receber pedidos de Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados", desabafou Abramovay. O assunto foi parte de uma conversa dos dois sobre a saída do então ministro da Justiça, Tarso Genro, que deixava Brasília para se candidatar ao governo do Rio Grande do Sul.
Procurado pela revista, Tuma Jr. - que atualmente é delegado civil em São Paulo - confirmou a conversa e acrescentou que não tinha sido a única vez em que Abramovay fazia tal queixa. "O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto", afirmou o delegado. "Ele realmente me disse que recebia pedidos da Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo".
O próprio autor da frase, no entanto, negou à revista que tivesse dito o que estava gravado. "Nunca recdebi pedido algum para fazer dossiês, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder - ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas."
Tópicos: Veja, Pedro Abramovay, Gilberto Carvalho, Dilma Rousseff, Dossiês, Eleições 2010, Nacional, Política
Os diálogos foram revelados neste sábado, 23, pela revista Veja - "gravados legalmente e periciados para afastar a hipótese de manipulação", segundo a revista. Foram obtidos num encontro de cerca de 50 minutos entre o secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, e seu antecessor no cargo, Romeu Tuma Jr. "Não aguento mais receber pedidos de Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados", desabafou Abramovay. O assunto foi parte de uma conversa dos dois sobre a saída do então ministro da Justiça, Tarso Genro, que deixava Brasília para se candidatar ao governo do Rio Grande do Sul.
Procurado pela revista, Tuma Jr. - que atualmente é delegado civil em São Paulo - confirmou a conversa e acrescentou que não tinha sido a única vez em que Abramovay fazia tal queixa. "O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto", afirmou o delegado. "Ele realmente me disse que recebia pedidos da Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo".
O próprio autor da frase, no entanto, negou à revista que tivesse dito o que estava gravado. "Nunca recdebi pedido algum para fazer dossiês, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder - ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas."
Tópicos: Veja, Pedro Abramovay, Gilberto Carvalho, Dilma Rousseff, Dossiês, Eleições 2010, Nacional, Política
sábado, 23 de outubro de 2010
ANIVERSÁRIO DE VACARIA.
Os 160 anos do município de Vacaria foi comemorado de uma forma que só resta lamentar,
pois a programação elaborada pelo nosso executivo foi um vexame;a unica programação foi uma caminha do centro até o parque dos rodeios e nada mais.Dizer que a exposição agropecuária é parte do evento é uma piada.Além disso,as poucas atrações são feitas lá no parque na concha acústica ao ar livre,e abaixo de chuva.
pois a programação elaborada pelo nosso executivo foi um vexame;a unica programação foi uma caminha do centro até o parque dos rodeios e nada mais.Dizer que a exposição agropecuária é parte do evento é uma piada.Além disso,as poucas atrações são feitas lá no parque na concha acústica ao ar livre,e abaixo de chuva.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
19/10/2010 13h20 - Atualizado em 19/10/2010 18h52
Promotor denuncia tesoureiro do PT por formação de quadrilha
José Carlos Blat esteve em sessão de CPI na Assembleia Legislativa de SP.
Tesoureiro adiou ida à comissão; PT diz que ele não falará sobre denúncia.
Do G1, com informações da Agência Estado
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Promotor José Carlos Blat esteve em sessão de
CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo (Foto:
Mariana Pasini/G1)
O promotor de Justiça José Carlos Blat anunciou no começo desta tarde (19), perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Bancoop na Assembleia Legislativa de São Paulo, que denunciou criminalmente à Justiça o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, por supostos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, estelionato tentado, estelionato consumado e falsidade ideológica.
Caso a denúncia seja aceita, Vaccari se tornará réu em um processo criminal. O pedido segue agora para análise da 5ª Vara Criminal da capital paulista. Outras cinco pessoas, entre dirigentes e ex-dirigentes da Bancoop, também foram denunciadas.
O tesoureiro do PT seria ouvido nesta tarde na Assembleia. Entretanto, de acordo com a assessoria da Casa, o advogado de Vaccari enviou ofício solicitando o adiamento do comparecimento dele à comissão. Por meio de sua assessoria de imprensa, o PT informou que Vaccari não vai se manifestar sobre a denúncia.
Promotor denuncia tesoureiro do PT por formação de quadrilha
José Carlos Blat esteve em sessão de CPI na Assembleia Legislativa de SP.
Tesoureiro adiou ida à comissão; PT diz que ele não falará sobre denúncia.
Do G1, com informações da Agência Estado
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Promotor José Carlos Blat esteve em sessão de
CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo (Foto:
Mariana Pasini/G1)
O promotor de Justiça José Carlos Blat anunciou no começo desta tarde (19), perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Bancoop na Assembleia Legislativa de São Paulo, que denunciou criminalmente à Justiça o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, por supostos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, estelionato tentado, estelionato consumado e falsidade ideológica.
Caso a denúncia seja aceita, Vaccari se tornará réu em um processo criminal. O pedido segue agora para análise da 5ª Vara Criminal da capital paulista. Outras cinco pessoas, entre dirigentes e ex-dirigentes da Bancoop, também foram denunciadas.
O tesoureiro do PT seria ouvido nesta tarde na Assembleia. Entretanto, de acordo com a assessoria da Casa, o advogado de Vaccari enviou ofício solicitando o adiamento do comparecimento dele à comissão. Por meio de sua assessoria de imprensa, o PT informou que Vaccari não vai se manifestar sobre a denúncia.
AE - Agência Estado
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, conseguiu garantir hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o direito de responder a informações veiculadas na propaganda de sua adversária, Dilma Rousseff. Na propaganda, foi veiculado que o tucano teria sido um dos responsáveis pela privatização da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e que 31 estatais teriam sido privatizadas em São Paulo.
Os ministros aceitaram o argumento segundo o qual as informações eram inverídicas, já que a CSN foi privatizada no governo de Itamar Franco, e não do também tucano Fernando Henrique Cardoso. Serra foi ministro na administração FHC. Sobre a quantidade de empresas privatizadas em São Paulo, os advogados também argumentaram que o dado era incorreto.
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, conseguiu garantir hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o direito de responder a informações veiculadas na propaganda de sua adversária, Dilma Rousseff. Na propaganda, foi veiculado que o tucano teria sido um dos responsáveis pela privatização da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e que 31 estatais teriam sido privatizadas em São Paulo.
Os ministros aceitaram o argumento segundo o qual as informações eram inverídicas, já que a CSN foi privatizada no governo de Itamar Franco, e não do também tucano Fernando Henrique Cardoso. Serra foi ministro na administração FHC. Sobre a quantidade de empresas privatizadas em São Paulo, os advogados também argumentaram que o dado era incorreto.
SEÇÃO ESPECIAL.
A câmara de vereadores realizou seção solene na noite de terça feira no CTG Rancho da Integração para conceder titulo de cidadão honorário a cinco autoridades; receberam a homenagem os delegados de policia João estevam Mazine, Vitor Boff e Carlos Alberto Defaveri, também foi agraciado o juiz de direito Mauro Freitas e o promotor de justiça Luis Augusto Gonçalves.
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